Sabesp amplia produção de energia limpa com a entrega de mais quatro usinas fotovoltaicas

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Companhia chega a 32 usinas entregues e reforça o uso de fontes renováveis para alimentar os equipamentos da operação de água e esgoto.

A Sabesp colocou em operação quatro novas usinas fotovoltaicas no estado de São Paulo, ampliando sua capacidade de geração de energia solar e reforçando o uso de fontes renováveis para suprir parte do consumo elétrico de suas operações. Com as novas unidades, localizadas nos municípios de Aguaí, Pindamonhangaba, São Manuel e Pederneiras, o parque solar da companhia passa a contar com 32 usinas em funcionamento, somando 44,35 megawatts (MW) de potência instalada — volume suficiente para abastecer, em média, uma cidade do porte de Itanhaém, no litoral paulista.

As usinas foram construídas em terrenos anexos a Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), aproveitando a infraestrutura já existente e reduzindo custos de implantação. O investimento nas quatro unidades foi de cerca de R$ 30 milhões, e a energia gerada será destinada a 403 instalações operacionais da empresa, o que corresponde ao consumo mensal de aproximadamente 24 mil pessoas. A unidade de Pederneiras é a maior, com 3 MW de potência, seguida por São Manuel (2 MW), Aguaí (1,75 MW) e Pindamonhangaba (1 MW).

Produção limpa

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Foto: Reprodução/Pexels

Toda a energia produzida é utilizada diretamente nos processos operacionais da Sabesp, como o bombeamento de água para residências, comércios e indústrias, além do transporte e tratamento de esgoto. Atualmente, cerca de 2.300 instalações da companhia consomem energia elétrica, e a geração própria tem papel estratégico tanto para reduzir custos quanto para diminuir a dependência da rede elétrica convencional.

As novas usinas integram o Programa de Geração de Energia Fotovoltaica da Sabesp, que prevê a instalação de 44 plantas solares em todo o estado de São Paulo. Quando concluído, o programa atingirá 60 MW de potência instalada, o que permitirá suprir até 60% da demanda de energia em baixa tensão da companhia. A maior parte das usinas será implantada junto às ETEs, favorecendo o aproveitamento de áreas disponíveis e otimizando a distribuição da energia gerada.

A previsão é de que mais cinco usinas entrem em operação até o fim de 2025, com investimento adicional estimado em R$ 150 milhões. A adoção de energia solar tem se mostrado uma alternativa viável para grandes consumidores, como a Sabesp, que figura entre os maiores do país. A medida contribui diretamente para a redução de emissões de gases de efeito estufa e para a transição energética em direção a uma matriz mais limpa e sustentável.

Com informações da Sabesp

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