Energia limpa por assinatura reduz custos, garante previsibilidade orçamentária e fortalece práticas de sustentabilidade na gestão condominial
Especialistas da NewSun Energy Group apontam que os condomínios podem se tornar verdadeiras “mini-cidades verdes”, unindo eficiência financeira e redução de impacto ambiental. A proposta coloca os síndicos como líderes de comunidades auto sustentáveis e alinhadas às metas globais de descarbonização.
A conta de energia elétrica representa uma das maiores despesas na administração condominial, chegando a comprometer cerca de 25% do orçamento mensal. A variação nas tarifas e a inadimplência dos moradores costumam dificultar o planejamento financeiro, tornando a previsibilidade de custos um desafio constante. A NewSun trabalha com o modelo de Geração Distribuída, no qual a energia produzida em fazendas solares é injetada na rede e convertida em créditos, reduzindo em até 20% o custo da eletricidade das áreas comuns, sem necessidade de obras ou investimento inicial. A empresa apresentou recentemente suas soluções no Superlógica Next 2025.
“Síndicos que assumem a gestão energética dos seus empreendimentos passam a ter mais previsibilidade de gastos e ainda contribuem para metas de descarbonização, um tema cada vez mais urgente nas cidades”, afirma Fernando Hajel Berteli, CEO da NewSun Energy Group. Ainda segundo o executivo, a adesão à energia por assinatura traz impactos ambientais mensuráveis.
Migração para energia limpa

A migração de um condomínio de médio porte para energia limpa evita a emissão de até 40 toneladas de CO₂ por ano, o equivalente ao plantio de aproximadamente 1.800 árvores. Essa economia de carbono contribui para o cumprimento de metas de neutralização exigidas por legislações municipais e compromissos internacionais, além de melhorar a qualidade do ar e valorizar o empreendimento.
“Outro ponto relevante é a importância da educação ambiental dos moradores”, diz Berteli. O sucesso das iniciativas depende de campanhas internas, assembleias temáticas e comunicação clara sobre benefícios e metas. “Síndicos que investem em engajamento observam não apenas economia financeira, mas também maior senso de comunidade, com moradores mais participativos e propensos a adotar práticas como coleta seletiva e reúso de água”, complementa.
Por fim, a previsibilidade orçamentária também abre caminho para novos investimentos. Ao reduzir despesas com eletricidade, os condomínios podem direcionar recursos para melhorias estruturais, modernização de áreas comuns e projetos de bem-estar.
Por: Fernando Hajel Berteli, CEO da NewSun Energy Group.
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