Inspirar para evoluir e caminhar com uma pegada mais leve

4 estratégias para adotar o ESG no setor de limpeza profissional

limpeza

Confira como implementar a estratégia ESG no setor de limpeza profissional da sua empresa

O setor de Asseio e Conservação é o segundo setor que mais emprega no Brasil. Somente a indústria da limpeza gera cerca de 800 milhões de empregos e impacta a agenda ESG movimentando a economia por meio de processos, tecnologias e, principalmente pessoas.

Na agenda global e no planejamento estratégico das organizações para o cumprimento das metas ESG – acrônimo em inglês para as boas práticas corporativas em três pilares ambiental, social e governança (ASG) – os profissionais de limpeza – indispensáveis na cadeia produtiva – muitas vezes não são valorizados.

Gestão Sustentável

limpeza
Foto: Reprodução/Pexels

Cientes de que as empresas do setor de limpeza devem estar preparadas para as novas demandas que competem os aspectos da ESG, a Fundação de Asseio e Conservação do Paraná – FACOP, criou o programa ASG no A.S.G – Gestão para Sustentabilidade Corporativa.

Nesse sentido, traz para o setor o olhar estratégico voltado para sustentabilidade empresarial. A sigla A.S.G refere-se ao profissional Auxiliar de Serviços Gerais.

O programa, não restringe o setor ao aspecto social da ESG, mas abrange também os pilares ambiental e de governança.

De acordo com Cássia Almeida, superintendente executiva da Fundação, as pessoas são determinantes nos 3 pilares e não apenas no Social.

Segunda Cássia, a base operacional, muitas vezes tão desconsiderada, tem uma importância que necessita urgentemente ser reconhecida.

Muitas vezes é a atuação destes profissionais que define diretamente quem é a empresa. É uma cadeia de valor: da pessoa, da empresa que a emprega e, no caso de terceirização, da empresa cliente, completa.

Confira 4 estratégias para implementar a estratégia ESG no setor de limpeza profissional da sua empresa, segundo o programa ASG no A.S.G.

1 – Gestão dos Fatores ESG

limpeza
Foto: Reprodução/Pexels

A empresa deve avaliar o escopo e materialidade, dessa forma auxiliando a liderança a decidir onde devem ser feitos os esforços, investimentos e melhorias.

Além disso, diagnosticar o nível de maturidade – um diagnóstico fidedigno nos aspectos ambiental, social e de governança se fazem essenciais para entender as fragilidades e os pontos fortes da empresa.

Bem como utilizar indicadores para mensuração do que já existe e o que precisa ser realizado.

2 – Gerenciamento de Resíduos Sólidos – PGRS

Limpeza
Foto: Reprodução/Pexels

É primordialmente importante realizar um diagnóstico e obter um parecer técnico integrado com avaliação preventiva e corretiva na gestão de resíduos sólidos.

O foco deve ser na economia circular, logística reversa e desenvolvimento sustentável, alinhados as normativas de gerenciamento de resíduos.

3 – Avaliação de Impacto

impacto
Foto: Reprodução/Pexels

A avaliação de impacto tem como objetivo por exemplo, ajudar as empresas a medir e gerir seus impactos positivos em relação aos colaboradores, à comunidade, bem como consumidores e ao meio ambiente.

4 – Alinhamento aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

limpeza
Foto: Reprodução/Pexels

É necessário internalizar os ODS com acompanhamento nas fases de mapeamento.

Além disso, a empresa precisa fazer a seleção de indicadores, prioridades e nível de ambição, bem como a integração dos objetivos e preparação para relato e comunicação.

Pilar Ambiental

limpeza
Foto: Reprodução/Pexels

No pilar ambiental, a executiva destaca exemplos como economia de água e energia; uso consciente de produtos; utilização de produtos biodegradáveis bem como a renovação constante de processos, entre outros.

Já o social vai além do cumprimento das convenções trabalhistas. A base do Social é o respeito que se inicia no reconhecimento do profissional enquanto ser humano. Cássia afirma que a governança envolve a cultura da empresa.

Nesse sentido, é importante que a sustentabilidade, que os pilares ESG sejam uma responsabilidade de todos, e não apenas da “gerência de sustentabilidade”.

Por: Cássia Almeida – Superintendente Executiva da Fundação de Asseio e Conservação do Paraná – FACOP

** ** Este artigo foi produzido por um autor independente e o texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal Sustentabilidade.

Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest

Veja também

Receba GRÁTIS notícias no seu e-mail

Siga-nos nas redes sociais

Últimos artigos