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Conheça o Parque Nacional do Cabo Orange

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O Parque Nacional do Cabo Orange abrange dois biomas em sua área, o Marinho Costeiro e o Amazônico

O Parque Nacional do Cabo Orange está localizado no litoral do Amapá, em uma zona de ocorrência de dois biomas, Marinho Costeiro e Amazônico.

Criado em 1980 é reconhecido com o título de Sítio Ramsar.

Estas são áreas reconhecidas internacionalmente principalmente devido a importância para a conservação e uso sustentável das áreas úmidas.

Localização

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Foto: Wikiparque

O Parque está localizado entre as cidades de Calçoene e Oiapoque, extremo norte do Amapá, região fronteiriça à Guiana Francesa.

A Unidade de Conservação está situada junto à foz dos rios Oiapoque e Uaçá e tem como limites a Guiana Francesa, ao norte; as terras indígenas Uaçá e Juminã e, num pequeno trecho, o Projeto de Assentamento de Vila Velha, a oeste, e o Oceano Atlântico, a leste.

Foi a primeira unidade de conservação federal criada no Amapá, estado que tem hoje 55% de seu território primordialmente protegido por parques, reservas e terras indígenas. 

Unidade de Conservação

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Foto: Wikiparque

Seus 619 mil hectares protegem paisagens moldadas pelo contato dos ecossistemas amazônicos com as correntes do Oceano Atlântico.

São mangues, campos inundáveis, campos limpos entrecortados por buritizais, cerrados, florestas inundáveis (também chamadas várzeas), bem como florestas de terra firme.

Além disso, ecossistemas marinhos e ao mesmo tempo, um parque continental e um parque marinho, já que aproximadamente 200 mil hectares de sua área estão em águas oceânicas.

História

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Foto: Alta Montanha

Várias populações indígenas habitaram o Parna do Cabo Orange e, posteriormente, disputadas ao longo de séculos por portugueses, franceses, ingleses e holandeses.

Os registros materiais e culturais da história dessa região estão presentes em vários pontos do parque nacional.

O nome Cabo Orange se refere ao acidente geográfico que marca o extremo norte do litoral brasileiro – numa homenagem feita por um holandês à realeza de seu país, que tem a cor laranja como uma marca nacional.

Entre os seus maiores atrativos está a observação de animais, principalmente de aves.

Fauna e Flora

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Foto: Wikiparques

Diversas espécies de aves, répteis e mamíferos, ameaçadas de extinção, sobrevivem no Parque. Entre elas, por exemplo, o peixe-boi-marinho, lontras, guarás, flamingos, garça-branca-grande.

Os campos de planície predominam na área e apresenta extensos manguezais com alta taxa de sanilidade nas águas próximas ao Oceano Atlântico.

Dois rios cortam a região: o Uaça e o Caciporé, em cuja foz há um trecho de densa floresta tropical, praticamente inacessível.

As espécies vegetais mais comuns nos manguezais são as siriúbas, o mangue-vermelho bem como o mangue-amarelo. Já nos campos são encontrados o capim-arroz, o buriti, o caimbé e o mururé.

A fauna da região possui várias espécies de tartaruga-marinha, sem contar com as aves em extinção, como por exemplo o guará e o flamingo.

Representando os mamíferos o parque abriga o peixe-boi-marinho, quase extinto, a onça, a lontra, o guaximim, bem como o macaco-de-cheiro, a ariranha, o veado-campeiro, entre outros.

Os manguezais funcionam principalmente como berçários para diversas espécies de crustáceos e peixes, entre eles o peixe-serra.

Fonte: WWF Brasil

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